O jovem Zeus

Zeus, o senhor do Olimpo, o deus dos deuses, teve um nascimento um tanto quanto atribulado como vimos no artigo anterior. O jovem deus que nasceu no Monte Dicte em Creta e foi deixado ali por sua mãe Réia aos cuidados das ninfas e dríades dos bosques.
Por ser considerado uma esperança para o futuro, uma luz na escuridão que era o reinado de Cronos, o menino Zeus foi cuidado com todo o carinho por todas aquelas divindades cretenses. Foi bastante mimado pelas belas ninfas, que o colocaram em um berço de ouro e cantavam sempre canções para niná-lo. (provavelmente por isso se tornou tão mulherengo, não é mesmo?)

Temendo que Cronos descobrisse que o menino estava vivo, toda vez que o menino choramingava, guerreiros chamados Curetos batiam suas espadas nos escudos para abafar o choro da criança. Era imprescindível que a criança sobrevivesse, para que no futuro pudesse destronar seu pai.

A origem da Cornucópia: Quando menino, Zeus era amamentado com o leito da cabra sagrada Amaltéia. Ele costumava brincar com a pobre cabra, e um dia, sem querer, quebrou um de seus chifres. Na tentativa de consolar a sua cabra preferida, Zeus transformou o chifre arrancado em uma Cornucópia da Fartura, de onde sairiam frutas e verduras conforme se desejasse. É o símbolo da abundancia, da fartura, da fortuna

E Zeus foi crescendo em meio de animais e ninfas dos bosques. Entre seus animais preferidos havia uma águia que sempre o acompanhava e que se tornou um de seus símbolos.

Quando adolescente, Zeus já era pegador. Desculpe, mas é a verdade. Mulherengo, se uniu à Métis filha de Oceano (um dos titãs que foi contra o reinado de Cronos), deusa da prudência, com quem aprendeu a ser um grande estrategista e político. Oceano apoiou Zeus quando deste decidiu destronar o pai Cronos, e foi Métis quem preparou uma poção para Zeus libertar seus irmãos do estômago do pai.

Zeus fez uma visita a seu pai e lhe ofereceu a bebida, que, ao tomá-la, sentiu violentas dores e foi vomitando um a um dos irmãos de Zeus (incluindo a pedra que o substituíra). Cronos, enganado, não ficou nada contente com a situação e chamou seus irmãos titãs para ajudá-lo.
Zeus sabia que nada poderia fazer por hora, já que precisava esperar seus irmãos crescerem para então travar uma batalha contra Cronos e os titãs. E aí, quando aconteceu, não foi nada bonito.
Mas deixemos este assunto para um próximo artigo. Até lá 😉

Os “deuses” hollywoodianos na festa do Oscar

Domingo é dia de Oscar. Os “deuses” e “deusas” hollywoodianos dão o ar de sua graça na suntuosa festa anual. Vamos poder assistir, mais uma vez, como se vestem e se comportam nesta festa de gala e se os nossos filmes preferidos levam aqueles merecidos (ou não) prêmios.

A Rede Globo exibe no próximo domingo, dia 27, logo após o ‘Big Brother Brasil 11’, a cerimônia de entrega do Oscar, diretamente de Los Angeles, nos Estados Unidos. A festa da maior premiação do cinema internacional tem apresentação de Maria Beltrão, com comentários do ator José Wilker. Pela primeira vez a tradução está a cargo de dois intérpretes: Anna Luiza Vianna dá voz às mulheres e Malcolm Forest faz a tradução dos homens. Durante o ‘Fantástico’ e na transmissão do evento, a correspondente Giuliana Morrone entra em flashes ao vivo, direto de Hollywood, mostrando a preparação da cerimônia e a chegada dos famosos ao teatro.

Na Globo News, o programa ‘Estúdio i’, também apresentado por Maria Beltrão, tem uma semana dedicada especialmente ao Oscar. Nesta terça e quinta, dias 22 e 24, o comentarista Artur Xexéo fala sobre os atores e atrizes que disputam o prêmio deste ano. Na quarta, dia 23, Marcelo Balbio comenta as categorias técnicas de melhor fotografia, efeitos especiais, caracterização, etc. E na sexta-feira, dia 25, Tom Leão fecha a semana falando sobre a atuação dos diretores das obras.

Na noite desta quarta-feira, dia 23, o canal exibe ainda um ‘Arquivo N’ especial sobre a história do Oscar. O programa lembra os melhores momentos da festa do cinema desde quando ela foi criada, em 1939, fala sobre algumas das comentadas “zebras” do prêmio e mostra curiosidades dos bastidores. O especial exibe ainda uma entrevista exclusiva com o crítico de cinema Ricardo Calil. O programa ‘Estúdio i’ vai ao ar, na Globo News, de segunda a sexta-feira a partir das 14h, e o ‘Arquivo N’ especial sobre o Oscar é exibido nesta quarta-feira, dia 23, às 23 horas.

Mais novidades em www.redeglobo.com.br e @rede_globo.

A Moda e a Primeira Guerra Mundial

Moda e guerra não combinam e disso todo mundo sabe. Guerra é um período de extremo sofrimento que levam a profundas restrições e a última coisa em que se pensa é em moda. E, por esta mesma razão, que a maneira de vestir daqueles que sobrevivem nestes momentos de extrema dor, é tão transformada. A bem da verdade, não apenas a moda sofre transformações, mas também, e principalmente, os costumes da sociedade.

O primeiro grande conflito mundial foi um desses momentos da história da humanidade que fez com que muitas coisas mudassem significativamente. Obviamente, antes mesmo da Primeira Grande Guerra, mulheres já trabalhavam em determinados cargos, de acordo com suas necessidades de sobrevivência. Muitas eram governantas, balconistas e etc. Mas as perdas ocasionadas pela guerra fizeram com que a maioria das mulheres trabalhassem em cargos antes ocupados apenas por homens, como as linhas de montagens de fábricas, por exemplo. Sendo assim, surge a necessidade de roupas mais práticas, que se adaptem a atividades inteiramente novas.

Como vocês devem saber, a Primeira Guerra Mundial aconteceu no período de 1914 a 1918. Ou seja, quatro anos de terror. Todo o glamour, luxo, suntuosidade e festas infinitas foram deixados de lado em prol de atividades mais imediatas. É hora de atender os feridos e a trabalhar para sobreviver em tempos de racionamento.

As roupas então perdem o colorido e se tornam cada vez mais sombrios devido ao crescente luto. Um pouco antes da guerra as vestimentas femininas já haviam sofrido uma modificação significativa. A saia ainda era muito comprida e justa nos tornozelos, mas agora usava-se uma outra por cima, uma espécie de túnica que ia até logo abaixo dos joelhos.

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Os chapéus diminuíram de tamanho e continuaram a ser usados durante a guerra. Porém, a saia dupla foi abandonada por atrapalhar o trabalho. A partir de 1915 as saias encurtam, deixando à mostra os tornozelos, e mais para frente já mostrava a metade das panturrilhas.

Os homens, feridos de guerra, que voltava para casa devido às suas licenças, começavam a se preocupar com a emancipação feminina que se deu início em sua ausência.

Penteado romântico de Deusa Grega

Essa é especialmente para as garotas. Com toda essa vibe de deuses gregos aqui, fiquei curiosa de como seria fazer um penteado ao estilo grego, de maneira fácil e prática em casa. Como eu não sei fazer, e também sou muito tímida para fazer um vídeo onde eu apareça, fui buscar no you tube um tutorial.
Assisti vários videos em inglês e português, e encontrei várias maneiras de montar o penteado. O bacana é que o penteado é bastante romântico, levemente bagunçadinho, pedindo um pouco de cachos e podem ser incorporadas tranças ou não.

Depois de ter assistido vários, um dos que eu mais gostei foi esse em que a moça faz um penteado muito parecido com um da Jessica Alba. Foi um sos mais simples que achei. Está em inglês, mas é fácil de entender. Se você já tiver cabelos cacheados, pode pular um dos passos que ela mostra como eu fiz. Testei aqui em casa e ficou bem bacana, apesar de eu não saber direito como fazer o coque bagunçadinho, acabei indo pela intuição e ficou bastante bom. A gente acaba ficando com carinha de princesa grega com este penteado.

Acrescentando um diadema, ou fitas adornando o penteado, fica uma deusa grega, sem dúvidas!
Antes de começar, não esqueça de separar grampos e elástico de cabelo. É basicamente isso e uma pequena dose de paciência que você vai precisar. Espero que gostem! Eu gostei bastante. 😉

O nascimento de Zeus

Então, gostaram do primeiro post da série sobre Mitologia Grega? Espero que sim, apesar da confusão de nomes e eventos. Tentarei ir com mais calma neste, pois começarei a falar dos fatos que levaram o Olimpo ser como a maioria das pessoas conhecem. Hoje é a vez de falar do complicado nascimento de Zeus, o deus dos deuses.

Mas onde paramos mesmo… ah sim!

Depois de Cronos pintar e bordar tirando seu pai do trono, alguns deuses ficaram contra ele e a maldade nasceu no mundo. Isto devido ao ato de injustiça e violência que o permitiu iniciar seu reinado. Com o intuito de punir Cronos, a deusa Noite teve filhos terríveis. Dela nasceram: a Morte, a Mentira, os Pesadelos, a vingativa Nemesis, entre outros. O reinado de Cronos era dominado pelo terror, falsidade, ódio, vingança e destruição.
Até mesmo Cronos passou a temer. A maldição que seu pai lhe lançada ecoava em sua mente e temia que os filhos se voltassem contra ele. Por isso, tomou uma decisão ainda mais terrível que a primeira.

Sua esposa era a bela titã Réia. Cronos, obrigou a coitada a lhe entregar todos os filhos, assim que viessem ao mundo. Obediente, Réia assim o fez, e, ao entrega-los ao insano marido ele os devorava.
E ele assim o fez, com cada um dos filhos que lhe foram apresentados: Hera, Deméter, Héstia, Hades e Poseidon.

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Cansada de perder os filhos desta maneira, ao se ver perto de ter mais um filho, Réia pediu ajuda a seus pais (Urano e Mãe-Terra, ou Gaia), que a levaram para uma caverna no Monte Dicte em Creta, em um lugar bastante escondido no coração da floresta. Foi lá que ela deu a luz a Zeus e o entregou aos cuidados das ninfas dos bosques.

Voltou então para o palácio de Cronos, onde fingiu sentir as dores do parto. Cronso foi até seu quarto repetindo a ordem de entregar-lhe logo a criança. Assim que o marido se retirou, Réia enrolou uma pedra a uns lençois de modo que a pedra não fosse vista e a entregou a Cronos que sem pestanejar a engoliu, julgando ser seu filho recém-nascido. Se foi burro, ou desatento, não sabemos. O que se sabe é que com isso o pequeno Zeus se salvou e mais tarde se tornaria o senhor dos céus.

A partir dessa lenda que se diz que o tempo consome tudo. Mitos, nada mais são que alegorias, fantasias, que deixam a vida mais interessante. Afinal, a verdade pura e simples, é que o tempo nos devora dia após dia, tudo muda com o tempo.

No proximo post da série sobre mitologia, a infância e juventude de Zeus, como o deus salvou seus irmãos e a batalha contra os titãs.

La Belle Époque

Suntuosidade, luxo, beleza, glamour, ostentação, são palavras que podem definir o período que vai da década de 1890 até o início da Primeira Guerra Mundial em 1914.
A belle époque – bela época em francês – foi um período marcado por grandes bailes, festas, jantares em casas de campo, onde tudo era muito extravagante e os gastos eram enormes. Não existia a preocupação com racionamentos, pelo contrário, tudo era muito exagerado. A cidade luz, ou seja, Paris, era a capital do luxo, sendo a grande estrela daquela época.

A moda refletia este ambiente de ostentação, afinal a moda é sempre um reflexo da sociedade, do comportamento, da cultura.

Torturantes e apertadíssimos espartilhos são os responsáveis pela silhueta que marcou esta época.  O corpo visto de frente se assemelhava a uma ampulheta e de perfil um “s”. Quase como uma armadura, os espartilhos deixavam o corpo rígido na frente, levantando o busto e jogando os quadris pra trás. É importante ressaltar que a moda era ter uma cinturinha de pilão, de absurdos 40 cm de diâmetro.

As saias tinham formatos de sino, deslizando pelos quadris e abrindo em direção ao chão. Não se usava mais as anquinhas (espécie de armações, localizadas na altura do bumbum, que acentuavam o derriè), mas o volume das saias e seu formato de sino faziam com que o corpo ficasse bastante curvilíneo. Tudo era muito adornado por rendas, revelando muita feminilidade.

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Durante o dia não se usava decotes. O corpo ficava escondido dos pés até as orelhas. Mãos eram cobertas por luvas. Usava-se botas para cobrir as canelas, e as golas dos vestidos ou blusas eram muito altas, com babados. Os cabelos ficavam presos no alto da cabeça e os chapéus eram quase sempre adornados com plumas. Era bastante comum também o uso de sombrinhas como acessório, e bolsas de delicadas dimensões. Também era comum usar leques para espantar o calor.

A noite, nos grandes bailes, os decotes apareciam. Os decotes eram extravagantes e os vestidos extremamente glamourosos. Luvas compridas podiam cobris os braços.

Curiosidade – Alguns autores afirmam que foi no ano de 1880 que o tailleur passou a fazer parte do guarda-roupa feminino. O responsável por isso foi o costureiro britânico radicado em Paris, John Redfern, que propôs ao guarda-roupa feminino um casaqueto acompanhado de saia longa e rodada. A então princesa de Gales, Alexandra – rainha da Inglaterra de 1901 a 1925 – aderiu à proposta, popularizando o tailleur feminino.

Princesa Alexandra, 1880

Os trajes masculinos aceitos para as ocasiões formais eram compostos de sobrecasaca, terno e cartola. Informalmente, os chapéus de palha eram muito populares. As calças tendiam a ser estreitas e curtas. Colarinhos de linho branco eram engomados e bastante altos, assim como as golas que as mulheres usavam. Os jovens usavam as calças com bainhas viradas e vincos na frente. Barbas e bigodes bem cuidados era quase que uma obrigatoriedade.

Traje Masculino

Em 1980 a silhueta feminina começou a se tornar menos rígida. O busto já não era tão mais empurrado para frente o o quadril para trás. Os chapéus se tornaram maiores, sando a impressão que os quadris eram mais estreitos. Mas foi em 1910 que houve uma mudança fudamental na moda. Houve um forte orientalismo, devido ao impacto do balé russo com a produção do balé de repertório Sherazade. As cores fortes e espalhafatosas foram adotadas pela sociedade e os corpetes rígidos e as saias de sino foram substituídos por suaves drapeados.

Curiosidade – As saias se tornaram mais afuniladas que impediam as mulheres de darem passos maiores que oito centímetros. Para que não dessem passos mais largos e acabassem por rasgar as saias, mulheres usavam uma espécie de liga que amarrava uma perna à outra!

A silhueta agora passa a ser um triângulo invertido, e as rendas substituídas por botões pregados em lugares inusitados. Em 1913 os vestidos deixam de ter golas que vão até as orelhas e o decote em V passa a ser usado no dia a dia. Muitos consideraram esta mudança como exibição indecente e os médicos consideraram um perigo à saúde. “Blusa pneumonia”, eles diziam, à pobre blusa com decote V.

Semana que vem, conheça as mudanças que a Primeira Guerra Mundial trouxe à moda e comportamento. Até lá.

Fonte: LAVER, James – A Roupa e a Moda: uma história concisa. São Paulo: Companhia das Letras, 1989
Baudot, Fran̤ois РModa do S̩culo. Ṣo Paulo: Cosac Naify, 2008.

A origem do mundo segundo os gregos antigos

Os mitos gregos, justamente por serem mitos, possuem variadas versões (dependendo do autor) e até mesmo suas contradições. Tentarei, portanto, simplificar as coisas, passando para vocês os conhecimentos que obtive durante minha vida sobre o assunto, tendo como base os contos infantis que foram os primeiros contatos que tive com este assunto tão encantador.

Meus primeiros livros sobre mitologia – aqueles que ganhei a partir dos 7 anos de idade – são livros que faziam parte da coleção Mitologia Grega dos Irmãos Stephanides, e eram recomendados pelo Ministério da Educação da Grécia como leitura escolar complementar. Estes livros belíssimos, com ilustrações coloridas e extremamente agradáveis aos olhos, foram publicados aqui pela Ediouro.

Mas vamos ao que interessa. A criação do mundo.

Caos. Este é o nome do deus que os gregos antigos acreditavam ser responsável pela criação do mundo. Esta divindade rudimentar, vivia sozinha, em um completo vazio, uma escuridão disforme, o nada, o Caos.

Alguns autores dizem que primeiro, o Caos criou a Noite (Nix) e o Dia (Érebo) e outros dizem que foi a Terra. Mas alguns (e esta é iunha versão preferida) dizem que tudo fora criado ao mesmo tempo, proveniente daquela massa disforme chamada Caos, que continha o tudo e o nada ao mesmo tempo. ( Mais adiante contarei a história de Nix e Érebo, que é bastante interessante também)

O fato é que, em determinado momento, a Terra fora criada. E ela era lindíssima. cheia de vida e alegria. Mas o Caos também continha o pavoroso Tártaro.  Um reino sombrio e escuro que se encontrada nas profundidades da Terra. Afinal tudo tem seu lado positivo e negativo, não é mesmo?

Foi da Mãe-Terra que nasceu Ágape, uma deusa que representava o amor puro, o amor divino. Ágape semeou a beleza da vida pela Terra, dando a luz a este céu de infinita beleza que cobre nossas cabeças, montanhas e os mares.

Para os gregos, todas essas coisas eram deuses, porém o mais poderoso de todos era Urano, o Céu. Este deus reinava sobre todos os outros deuses, e tendo coberto a Terra com seu infinito manto azul, a desposou, e desta união nasceram os titãs.

Os titãs eram dotados um poder incrível. Um deles era Oceano, que se espalhou sobre a Terra gerando rios e lagos.

Dois dos filhos e Urano, os titãs Hipérion e sua esposa Téia foram os pais de três lindos deuses: Hélio (o sol), Aurora e a Lua. Outro filho de Urano era Cronos, o tempo.

Urano também concebeu os Ciclopes, gigantes de um olho só, que possuíam poderes sobre o fogo, as tempestades e trovões. Viviam no alto de uma montanha, um vulcão, onde mantinham sua chama acesa e forjavam armas.  Entre os filhos de Urano estavam também os poderosos gigantes de cem mãos.

Estes últimos, em determinado momento, desrespeitaram o pai Urano, que por sua vez, enfurecido os exilou para as profundezas do Tártaro junto com outros titãs.

Um dos titãs, Cronos, que sonhava em silêncio em se tornar o senhor de todas as coisas, aproveitou a deixa, e, se baseando nos erros de seu pai,se revoltou contra este. Se armou de uma foice, e foi atrás de Urano. Ao encontrá-lo adormecido, deu um golpe em Urano que o feriu gravemente. Uranos não poderia então ter mais filhos e Cronos tomou o poder. Urano porém o amaldiçoou dizendo “que um dia seus filhos façam a você o que acaba de fazer com seu próprio pai.”

Cronos libertou das profundezas alguns de seus irmãos, com quem poderia contar mais tarde. Mas lá deixou os gigantes de cem mãos por não confiar neles. O ato de crueldade de Cronos, fez com que muitos deuses ficassem contra ele, e foi em seu reinado que surgiu o mal no mundo. Mas o resultado disso, conto em um próximo post, onde vocês ficarão sabendo da origem de Zeus e outros deuses olímpicos.

Não sei se consegui escrever de modo simples e claro como me propus, mas espero que tenham gostado. Aguardem as cenas dos próximos capítulos 😉

Mitologia Grega

Olá queridos =)
Quem me conhece sabe que desde criança tenho paixão pelos mitos gregos. Na verdade adoro mitos de todos os tipos, mas a mitologia grega me chama atenção desde que me entendo por gente. Graças a um livro que ganhei do meu pai por volta dos 7 anos de idade, um livro que fazia parte de uma coleção lindíssima de livros de mitologia grega para crianças. Um verdadeiro tesouro literário que meu pai mandou encadernar para mim quando já havia me tornado uma adulta. (Afinal os lindos livrinhos estavam começando a querer perder as páginas)

O fato é, que este assunto me fascina e não parei nos livros infantis. Tenho inúmeros livros, de diversos autores sobre o tema e decidi começar a compartilhar com vocês um pouco desta linda cultura que adquiri durante minha vida.

Uma vez por semana falarei sobre o assunto aqui. Contarei mitos, falarei de deuses, semi-deuses, criaturas e etc. Vai ser bem bacana, tenho certeza de que irão gostar.

Portanto, anotem é­: Mitologia Grega (e posteriormente outras mitologias também, quem sabe ;)) todas as sextas-feiras no Silent Devotion.