Make-A-Wish Brasil – Realizando sonhos

Você conhece a Make-a-Wish? Não? Pois deveria. Make-a-Wish, significa, em português “Faça um pedido”. E o objetivo principal da instituição é realizar desejos de crianças portadoras de doenças. Para conhecer melhor a proposta deles, leiam abaixo mais sobre esta instituição tão bacana.

A Make-A-Wish Brasil® foi fundada em 2008 e é filiada a Make-A-Wish® Internacional, uma organização que realiza desejos de crianças de 3 a 17 anos, portadoras de doenças que possam colocar em risco suas vidas.
Sua ação reflete-se no impacto positivo que este tipo de experiência provoca nestas crianças, em suas famílias e na comunidade.

A Make-A-Wish Internacional, fundada em 1993, conta hoje com cerca de 25.000 voluntários que fazem com que estes desejos se tornem realidade, levando a estas crianças esperança, força e alegria e está presente em 33 países, nos cinco continentes, sendo uma das Instituições de apoio a crianças mais conhecida no mundo.

O verdadeiro impacto de um desejo não pode ser medido em dólares, euros, reais, libras ou ienes. No entanto, A Make-A-Wish® Brasil depende da generosidade de pessoas, organizações e empresas para proporcionar o financiamento e os recursos necessários para criar uma experiência inesquecível na realização do desejo de cada criança elegível.

Com sua ajuda, a Make-A-Wish Brasil continuará a atender mais crianças especiais realizando muitos desejos.

Conheça, participe doando, divulgando, ou até mesmo se voluntariando. Para conhecer melhor, acesse o site: http://makeawish.org.br e vire você também um super-herói! 😉

 

Assista o vídeo e conheça um pouquinho =)

Ártemis – a deusa da caça e da lua

Diana Hunting, by Guillaume Seignac

 

Como já contei aqui, Ártemis é irmã de Apolo e, portanto, filha de Zeus e Leto. A bela deusa, ao nascer, foi quem ajudou sua mãe a trazer Apolo ao mundo, e enquanto ele era o deus da luz – sendo associado mais tarde ao Sol, Ártemis era a deusa das noites enluaradas, mais tarde sendo associada à Lua.

Indomável, Ártemis preferia morar nas florestas junto com seu séquito de nereidas. Era a mais bela entre elas e se sobressaía sempre nas festas que faziam nas clareiras à noite. Cantava e dançava melhor do que todas e como grande rainha das florestas por todas era respeitada. E a obedeciam também.

Ela gostava de se sentir livre, e por isso decidiu não se casar, para não se subjulgar à vontade de nenhum homem ou deus. Ártemis gostava de esportes, e seu corpo era atlético e ela usava túnicas curtas. Sempre trazia um arco dourado e trazia também flechas que nunca erravam o alvo, como as de seu irmão Apolo. Era justa, corajosa e altiva, e defendia sua mãe e os deuses do Olimpo sempre que ofendidos. Seu animal preferido era o cervo, e estava em constante companhia deles.

Apesar de seu “voto de castidade” e de estar sempre acompanhada por seu séquido de nereidas e exigir delas a castidade e não se submeterem aos homens, Ártemis teve relacionamentos especiais com 2 homens.

Um deles, Hipólito, era como um irmão para ela. O jovem filho do herói Teseu, dedicava à deusa da caça uma enorme devoção, respeitando a castidade da deusa, e honrando-a. Se tornaram grandes amigos, e ele costumava caçar com Ártemis. Afrodite, porém, sentiu uma grande inveja daquela devoção toda e raiva de Ártemis por ela não se deixar apaixonar, esnobando os poderes da deusa do amor.

Para se vingar de Ártemis, Afrodite fez com que a madastra de Hipólito, Fedra, se apaixonasse por ele. Lógico que isso não poderia dar certo, e depois de muita fofoca, e principalmente porque Hipólito rejeitou a madastra por respeito e amor ao pai, o rapaz acabou morrendo. Acontece que Teseu era filho de Poseidon, e cobrou do pai que realizasse um dos três pedidos que lhe seriam concedidos. E em sua fúria acabou pedindo pela morte do filho.

Hipólito morreu livre de culpa e Teseu amargou fortemente aquela injustiça. Para amenizar a dor de todos Ártemis o colocou no céu, que formou a constelação chamada Inioco, o cocheiro.

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O outro importante homem da vida de Ártemis, na verdade era um semi-deus. Chamava-se Órion e era filho de Poseidon. Um belo gigante caçador, podia andar pelas profundezas do mar, ou na superfície. Era um dos caçadores de Ártemis e era seu preferido. Ártemis se apaixonou por ele e quase chegaram a se casar.

Mas seu irmão, Apolo, não gostava daquela idéia. Vivia censurando a deusa, mas Ártemis, independente como era não lhe dava ouvidos. Um dia, Apolo vou que Órion andava pelo mar somente com a cabeça para fora d’água. Logo arquitetou um plano, e provocando a irmã, apostou com ela que ela não seria capaz de acertar com sua flecha aquele objeto negro que estava nas águas.

Ártemis, orgulhosa de suas habilidades de caçadora, e sem reconhecer que era Órion o tal “objeto” que estava no mar, mirou e acertou apenas uma flecha, certeira e mortal. Quando viu o corpo de Órion ser levado pelas ondas até a  praia, se desesperou e chorou amargamente. Mas tudo que podia fazer era coloca-lo também entre as estrelas, e assim o fez. E foi assim, da profunda tristeza de Ártemis, que surgiu a constelação de Órion.

 

 

Dem̩ter Рa deusa da colheita

A bela deusa Deméter era uma das irmãs de Zeus. Uma das que foram engolidas por Cronos e salvas pelo senhor do Olimpo. Ela esteve ao lado dos irmãos na batalha contra os Titãs, e quando, finalmente estes foram derrotados, Deméter foi uma das deusas que foram habitar o Olimpo.

A guerra, porém, devastara a terra, e a humanidade estava morrendo de fome. Deméter que amava os prados verdejantes e os animais, ficou encarregada de cuidar das planícies e florestas do mundo. A deusa ficou feliz com sua nova tarefa, e rapidamente tudo aquilo que havia sido destruído deu lugar à verdes prados, árvores encheram-se de frutos e tudo se tornou bonito e cheio de vida novamente. Deméter era considerada a deusa da agricultura e da colheita, aquela que fornecia a terra fértil e alimento à humanidade. Seu principal símbolo era o trigo, que por muitas vezes trazia entrelaçado em seus cabelos.

Tudo se tornou próspero novamente, e a humanidade começou a aumentar lentamente. Nesse período, o homem ainda não havia aprendido a lavrar a terra, era selvagem e ainda morava nas cavernas, lutava contra animais ferozes e se alimentava de frutas que colhia e eventuais animais que conseguia caçar. Quando não havia mais nada o que comer, os homens se deslocavam, vivendo como nômades. Às vezes tribos lutavam entre si para disputar determinada terra.

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Observando como as coisas andavam, Deméter ficou tentando procurar uma solução. Logo não haveria mais de onde tirar o alimento. Foi então que a deusa decidiu se disfarçar de camponesa e se pôs a trabalhar em um campo. Plantou, regou, adubou o campo repetidas vezes, mostrando para os outros o trabalho que fazia. Houve resistência, muitos não compreendiam o que ela fazia, e a achavam louca. Mas alguns foram observando e aprendendo e se puseram a trabalhar também. Não demorou muito e se viu o resultado, uma colheita abundante.

Assim, as tribos começaram a se fixar, e o homem deixou de ser nômade. Agora plantava, colhia e viva de seu próprio trabalho. E graças à Deméter, aquela que ensinou a agricultura aos homens, nasceram as primeiras civilizações.

Deméter também era uma mãe dedicada. Tinha uma linda filha chamada Perséfone, que foi raptada por seu irmão Hades, que caiu de amores por ela. Deméter sofreu muito com a perda da filha, que lhe era restituida apenas durante seis meses do ano. Mas sobre este rapto e como surgiram as estações do ano, eu conto para vocês mais tarde. 😉

Eu apoio: Arma ṇo ̩ brinquedo! РPaz

Paz. No fundo é o que todos desejamos. Seja no âmbito familiar, seja no trabalho, seja no trânsito, ninguém quer viver sempre em pé de guerra, se estressando e coisas afins. Eu, sinceramente, desejo de todo meu coração a paz. Aquela coisa bem de Miss “eu desejo a paz mundial!”, me chamem de piegas, brega, o que for, mas eu desejo isso de verdade.

Não preciso sequer citar o quão mal fez a todos nós a tragédia na escola de Realengo. Como muitos que conheço, e que tem o mínimo de coração, me senti bastante mal com aquilo por dias. E às vezes me pego me perguntando “A que ponto chegamos?”. Parecia uma realidade tão distante este tipo de coisa, pois só víamos notícias como essas provenientes de países tal como os EUA – chacinas em escolas promovidas pelos próprios estudantes por motivações que não irei discutir agora.

De uma maneira ou de outra, acho importante, sempre que possível, promover e divulgar maneiras de promover a paz. E na minha opinião, o desarmamento é sim uma maneira de evitar a violência.

Segue abaixo o texto do movimento que o Instituto Sou da Paz está promovendo até amanhã. A semana do desarmamento infantil. Na minha opinião, este movimento deveria continuar pelo ano todo, pois a paz se constrói a cada dia, aos pouquinhos, em um movimento constante de conscientização.


O Instituto Sou da Paz convida  blogueiros e blogueiras para conhecerem o Plano de Controle de Armas da Cidade de São Paulo e para embarcarem na campanha de desarmamento junto conosco!

 

O Plano é um projeto do Instituto Sou da Paz que visa prevenir homicídios na cidade de São Paulo, entre outras maneiras, por meio do estímulo à retirada de armas de circulação. O motivo para o foco nesse tipo de ação é bem simples: o desarmamento salva vidas. O Estado de São Paulo é um exemplo disso: entre 1999 e 2010, a taxa de homicídios caiu nada menos que 80%. Só entre 2002 e 2009 foram retiradas de circulação 75.077 armas de fogo na Capital. Depois de anos entre as mais violentas do mundo, São Paulo conseguiu alcançar uma média de homicídios de 10.6 por 100.000 habitantes -  próxima ao nível considerado “não-epidêmico” pela Organização Mundial da Saúde (abaixo de 10 por 100.000 habitantes).

 

Entretanto, apesar das melhorias alcançadas nas taxas de homicídios, milhões de pessoas ainda vivem em regiões com índices inaceitáveis de violência. Para buscar reverter esse quadro, é preciso sensibilizar os mais diferentes públicos – como crianças, adolescentes, jovens, mulheres – para os perigos das armas de fogo e a existência da campanha permanente de entrega voluntária de armas. É por isso que, entre 11 e 15 de abril, o Sou da Paz, em parceria com a Prefeitura de São Paulo, a Guarda Civil Metropolitana e a Polícia Militar, vai promover a Semana do Desarmamento Infantil. A idéia é promover a desvalorização da arma de fogo por meio da troca de armas de brinquedo por brindes como gibis, ursos de pelúcia, quebra-cabeça e outros presentes – além de disseminar informações sobre a entrega de armas de fogo para os adultos.

 

Infelizmente, as armas continuam tirando muitas vidas, e os motivos dos crimes são banais: mais de 65% dos assassinatos são provocados com uma arma de fogo e apenas 2 em cada 10 homicídios são motivados por drogas, dívidas ou assaltos. A grande maioria das mortes é resultado de brigas bobas que nunca teriam esse desfecho caso a arma de fogo não estivesse presente.

 

Desarmando crianças e adultos

A campanha vai acontecer na região do M’Boi Mirim, onde ficam os bairros Jardim São Luis e Jardim Ângela – bairro que um dia foi considerado o mais violento do mundo. Cinco bases da PM e da Guarda Civil Metropolitana funcionarão como postos de troca, além de algumas escolas da rede pública. A semana será encerrada com um grande evento para as crianças da região e quem mais quiser participar.

 

Além do ato simbólico de desarmamento infantil, a campanha pretende que as crianças sirvam de exemplo para os adultos que mantêm uma arma de fogo em casa, incentivando-os também a entregarem-nas. Nas ações que permeiam a Semana do Desarmamento Infantil serão disseminadas informações relevantes sobre a campanha permanente de entrega voluntária de armas, tais como as de que ela étotalmente anônima, rápida e segura, e que há uma indenização de R$ 100 a R$ 300, dependendo do tipo de arma entregue.

 

O Sou da Paz convida você, que tem presença ativa nas redes sociais e conhece na pele o peso de educar um ser humano no mundo em que vivemos, para parar um minuto e pensar na relação que seu filho ou filha tem com as armas de brinquedo e sua extensão real, a arma de fogo. Além disso, gostaríamos de contar com seu apoio para disseminar as informações sobre a entrega voluntária de armas. Se os números acima não te convenceram, aqui vai mais um: segundo um estudo feito pelo pesquisador Daniel Cerqueira, do Ipea, na cidade de São Paulo, a cada 18 armas de fogo retiradas de circulação, uma vida é poupada. Viu só como é importante retirar armas de circulação?

 

Como você pode participar

1) Blogagem coletiva: durante a Semana de Desarmamento Infantil (11 e 15 de abril de 2011), vamos incentivar a publicação de textos, depoimentos e vídeos em blogs sobre o desarmamento.

 

3) Participação da Semana de Desarmamento: A região do M’Boi Mirim fica a quase 20 quilômetros do Centro de São Paulo. Porém, caso seus filhos/as tenham um período do dia livre e você achar interessante levá-los para conhecer essa região e a iniciativa, convidamos sua família a participar do evento de encerramento da Semana de Desarmamento Infantil. Esse encontro pode ser combinado previamente.

 

Hermes

Hoje é dia de falar do mais malandro dos deuses olimpianos. Fruto de mais uma das inúmeras escapadelas de Zeus, Hermes é filho de Maia e o senhor do Olimpo.
O esperto deus nasceu em uma caverna do Monte Cilene, na Arcádia e assim que viu a luz do dia começou a pregar peças nos outros.

A primeira vítima de suas brincadeiras foi seu próprio irmão, Apolo, de quem falamos anteriormente. Certa feita, o jovem deus, ainda criança, foi até Pieréia, onde Apolo cuidava do rebanho dos deuses do Olimpo e conseguiu roubar cinquenta novilhas levando-as para o Peloponeso.

Como era um deus e tinha lá seus poderes, fez com que os cascos das novilhas ficassem de trás para frente e fez sandálias para si mesmo com um solado invertido, assim quem visse as pegadas, iria achar que alguém estaria conduzindo o rebanho para a direção oposta do que realmente estava.

Ele, então, escondeu as novilhas em uma caverna, e feliz da vida, voltou para o seu berço (sim, ele ainda era uma criança). Quando a mãe o viu de volta perguntou onde ele havia estado, e o garoto contou o que havia feito. A mãe brigou com ele, alertando sobre as flechas de Apolo que jamais erravam o alvo.

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Hermes, implicante, disse que não tinha medo de Apolo e que se ele fizesse algo, derrubaria o templo do irmão em Delfos. Claro que Apolo descobriu que fora roubado, decidiu seguir as pegadas, mas estas o levavam para o lado oposto. Furioso, consultou um oráculo que indicou que Hermes havia levado as novilhas para uma caverna próxima a Pilos. Apolo foi até lá, mas nada encontrou, pois não chegou a entrar na caverna achando que elas haviam sido levadas dali, por causa das pegadas invertidas.

Foi então até Cilene, onde encontrou Hermes em seu berço e ordenou que o irmão dissesse onde estavam as novilhas. O menino, procurou agir como uma criança comum respondeu, se fazendo de inocente, que nada sabia sobre aquilo.

Apolo ficou possesso e levou o molequinho até Zeus, no Olimpo, onde exigiu que dissesse a verdade. Hermes, mesmo diante de Zeus foi capaz de dizer que não sabia de nada, mas seu pai, sabia que estava mentindo, e mandou que devolvesse a Apolo as novilhas.

Hermes o levou até onde estavam, e Apolo mesmo assim estava furioso por ter sido enganado por um bebê. Mas Hermes, malandro como era, pegou uma lira que ele mesmo havia construido usando casco de tartaruga e cordas, e começou a tocar uma bela canção.

Apolo era deus da música, e por isso ficou impressionado com o instrumento improvisado. Hermes, por sua vez, como pedido de desculpas deu ao irmão aquela interessante lira. Apolo perdoou a brincadeira e os dois acabaram se tornando grandes amigos, como irmãos devem ser. Apolo, acabou deixando com Hermes as novilhas, como um sinal de paz.

A primeira malandragem de Hermes teve um final feliz. Mas não foi a última. Ele adorava pregar peças, chegando até a esconder o tridente de Poseidon uma vez. Em outra vez roubou a espada de Ares e noutra escondeu o cetro de Zeus.

Uma das brincadeiras foi aquela que vimos mais ou menos no filme de Percy Jackson e o ladrão de raios. Uma vez, Hermes achou que seria divertido roubar os raios do pai, mas a brincadeira não deu certo. Oa raios queimaram suas mãos e começou a trovejar e relampejar por todos os lados. Zeus, obviamente, ficou furioso, e Hermes acabou passando uma grande vergonha com essa pegadinha.

 

Mas ele também usava de sua malandragem para o serviço do bem e assim fez em várias ocasiões para ajudar seu pai. Por ser muito esperto e muito ágil, foi eleito o mensageiro dos deuses. Muito rápido, possuía asas nos calcanhares, podendo se movimentar muito rapidamente. Usava também um chapéu com asas. Gostava de pessoas espertas e por isso era o patrono dos mercadores, protegia os pastores. Como gostava de esportes, também era patrono dos atletas e em todas as pistas de corrida existiam estátuas do deus. Protegia também os viajantes.

Ele era o tipo de cara malandro, porém boa gente. Quase como um carioca, sabe? Cheio de bom humor, benevolência e aquele quê de esperteza que o faziam ser um dos mais queridos deuses do Olimpo.

 

A feminilidade dos anos 50

Depois dos árduos anos de guerra, nada mais natural para as mulheres do que resgatar a feminilidade quase perdida em meio a tanto militarismo e restrições.

Os anos 50 foram a última grande década do vigor da alta costura, antes do prét-a-porter tomar conta do mercado, deixando a alta costura para ocasiões especiais, digamos.

Nesta década, a silhueta predominante fora aquela lançada por Dior em 1947. Cintura no lugar, bem marcada e saia rodada e volumosa. Os vestidos/saias de uso diurno tinham o cumprimento que iam até logo abaixo dos joelhos. Em contrapartida os vestidos de noite eram longos e extremamente luxuosos.  Existia neles uma tendência à ostentação perdida nos anos de guerra. Os vestidos de festa poderiam ser tomara-que-caia, acompanhados de casacos de pele, colares de pérolas, ou jóias luxuosas, luvas compridas.

 

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No dia-a-dia, ainda era bastante apreciado o uso de chapéus, geralmente pequenos, como casquetes, mas algumas vezes os mais amplos eram também usados. Eram muito mais simples do que aqueles usados durante a belle époque, mas considerados de extrema elegância. Era um período de beleza o otimismo, que se via nas roupas, objetos e decoração das casas.

Mulheres agora queriam ser mimadas e protegidas, voltavam a ser donas de casa e os homens voltariam a prover o que lhes era necessário. Existiu esta necessidade de fazer com que os papéis de homens e mulheres fossem bem definidos, e por isso, a mulher voltaria a cuidar do lar, de seu marido e seus filhos, evidenciando sempre a sua feminilidade. É interessante ver esse aspecto discutido no filme Mulheres Perfeitas (The Stepford Wives) em 1975, que ganhou uma nova versão com Nicole Kidman em 2004 enfatizando a estética supostamente perfeita dos anos 50. No filme, existe uma evidente crítica à escravização que uma sociedade machista podia (e ainda hoje pode) proporcionar às mulheres.

Vale a pena, porém, prestar atenção ao figurino do filme, que retrata muito bem como homens e mulheres costumavam se vestir na década de 50, bem como os costumes da época.

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De Cordel Encantado especialmente para Mim!

Pessoal, essa eu tenho que compartilhar com vocês. Olha só o mimo que a Rede Globo aprontou para mim. Fiquei emocionada com o carinho e a homenagem, e nem sei como agradecer. Vou guardar para sempre no coração este carinho.

 

Um agradecimento de coração pro pessoal da Globo, em especial para o pessoal de Departamento de Mídias Sociais e o amigo Carlos Alberto, sempre tão gentil conosco. 😉 Obrigada!

Apolo

Quem nunca ouviu a expressão “fulano parede um Apolo de tão bonito!”? Isso porque, o deus grego da luz e da música era realmente o mais lindo dos deuses gregos.

O deus dos cabelos dourados era filho de Zeus e da deusa Leto. Era uma dessas escapadinhas que Zeus fazia e que deixava Hera enfurecida. Como Hera era muito ciumenta, sempre acabava sobrando para o mais fraco da história. Sendo Zeus o mais poderoso dos deuses, a fúria de Hera sempre caía sobre seus filhos fora do casamento e suas amantes.

Acontece que Leto, desde que engravidou de Zeus, não teve sossego. Hera a perseguia implacavelmente e por isso, a deusa Leto procurava, desesperadamente, um local onde pudesse dar a luz a seus filhos, os gêmeos Apolo e Ártemis. Foi durante esta busca desesperada que a deusa foi parar na ilha de Delos, onde pediu abrigo, prometendo que seu filho ali mandaria construir um templo que tornaria aquela pequena ilha conhecida no mundo.

A ilha a acolheu, e durante 9 dias e 9 noites sofreu à espera do nascimento dos filhos. Na décima noite as crianças nasceram. A primeira a nascer foi Ártemis, a deusa das noites enluaradas, que, acabou ajudando no nascimento do irmão, se tornando também a deusa protetora dos partos. Naquela mesma noite nasceu Apolo, que, com seus cabelos dourados irradiava uma intensa luz, que iluminou toda a ilha, transformando a noite em dia.

Como deuses são criaturas incríveis que ultrapassam a lógica, o pequeno apolo, com apenas 4 dias de vida já mostrava que era mesmo um deus. Hefestos lhe deu de presente um arco de prata com flechas de ouro que jamais erravam o alvo e o belo deus resolveu ir atrás do monstro que perseguia sua mãe, o Pitão.

O monstro que era uma enorme serpente maligna, que por onde passava tudo morria (plantas, frutas, tudo apodrecia), atacou o pequeno deus com baforadas de fogo, atacando-o ferozmente. Mas antes que pudesse fazer qualquer mal à Apolo, este disparou uma flecha que lhe acertou entre os olhos, matando o monstro instantaneamente.

Feliz da vida, o deus pegou sua lira de ouro (outro símbolo seu, pois era o deus da música) e cantou ali mesmo, sobre o corpo inerte do monstro uma canção de vitória.  A canção foi ouvida pelos 4 cantos do mundo, mostrando a grandiosidade do deus e sua música.

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Depois, sepultou o monstro ao lado do monte Parnaso, e sobre sua sepultura construiu o Templo de Delfos, o famoso oráculo onde eram revelados aos homens as resoluções de Zeus.

 

O deus da música, também por ser o deus da luz, mais tarde foi associado ao sol, bem como sua irmã foi associada à lua.