Mitologia Grega – Io

O tema de hoje na nossa série de mitologia grega é a princesa mortal Io, uma das inúmeras amantes de Zeus e vítima da furiosa esposa traída Hera. Em algumas versões, diz-se que ela é filha do deus do rio Ínaco (que por sua vez é filho de Oceano e Tétis). Io era uma linda princesa de Argos e sacerdotisa do templo de Hera, por quem Zeus se encantou e tomou como amante. Ao contrário do que se vê no remake de Fúria de Titãs de 2010, Io nada tem a ver com Perseu e aquela confusão toda lá que criaram nessa versão do filme. Lembrando que no filme original de 1981, a personagem sequer fazia parte da história, que deveria ser a história de Perseu como na mitologia. Nela ele acaba se casando com Andrômeda mesmo, mas isso eu conto depois.

Gemma Arterton como Io em Fúria de Titãs (2010). Linda, mas nada a ver com o mito em si.
Gemma Arterton como Io em Fúria de Titãs (2010). Linda, mas nada a ver com o mito em si.

Como todas as mortais que tiveram o azar de chamar a atenção de Zeus por sua beleza, Io sofreu um bocado as consequências da infidelidade de Zeus. Quando o senhor dos deuses se apaixonou pela jovem, fez de tudo para possuí-la. Ela, por sua vez, fez de tudo para escapar do deus. Como sacerdotisa, principalmente de Hera, era inadmissível tal traição, e sabendo das consequências que sofreria, fugiu o quanto pôde. Para que Hera não o visse perseguir a moça, já que a senhora dos céus observava tudo de lá do alto, Zeus cobriu o céu de nuvens cinzentas e perseguiu a moça. Io sendo tomada por Zeus em forma de nuvem. De Antonio da Correggio

Finalmente a alcançou e a seduziu, mas Hera desconfiou daquela nuvem que cobria somente a cidade de Argos, na península do Peloponeso, enquanto toda a Grécia se encontrava ensolarada. Hera conhecia bem demais seu marido pulador de cerca, e teve a certeza de que este era apenas mais um de seus subterfúgios e partiu para o local. A esta altura, Zeus já havia consumado o ato, e para esconder a jovem a transformara em uma novilha.

Hera descobrindo Zeus com Io - Pieter Lastman (1618)

Quando Hera chegou ao local, deu de cara com Zeus se fazendo de santo ao lado de uma novilha branquinha. Hera sabia que ali tinha coisa, afinal, porque o marido estaria tão interessado no animal. A bela novilha tinha um olhar quase humano, e Hera teve a certeza que era mais uma amante de Zeus. Sem criar confusão ou escândalos, Hera, ainda mais engenhosa que o marido, pediu de presente o animal. O senhor dos deuses não tinha desculpas para recusar sem acabar denunciando seu crime, então concedeu a novilha a Hera.

Para que Zeus não roubasse novamente sua sacerdotisa metamorfoseada em novilha, Hera entregou o animal para o gigante de cem olhos que lhe servia, e que possuía um nome igual ao da cidade: Argos Panoptes. O gigante Argos jamais dormia completamente. Seus 100 olhos jamais se fechavam ao mesmo tempo. Quando dormia, 50 deles permaneciam abertos para vigiar Io. A jovem em forma de novilha sofria por demais com sua nova condição, e aproximando-se do rio, seu pai, tentou explicar o que lhe havia acontecido. Sem poder falar, Io escreveu seu nome com seu casco para que seu pai pudesse saber que era ela. Os dois sofreram muito.

A essa altura, Zeus já sentia peso na consciência pelo mal que havia feito à moça. Pediu ao filho Hermes que a libertasse. O astuto e ligeiro deus, para poder derrotar o gigante, precisou de uma estratégia já que o monstruoso ser jamais dormia. Levou uma flauta consigo, e com uma melodia muito doce e suave conseguiu fazer com que o monstro adormecesse completamente. Com isso agiu rápido. O matou e libertou a novilha que se encontrava amarrada a uma árvore na beira do rio.

Hera ficou furiosa. Não importava muito para ela se a coitada havia sido raptada e forçada por um deus a quebrar seus votos de castidade. O fato é que seu marido a havia traído e a jovem também. Afinal era sua sacerdotisa e isso era inadmissível. Além disso, seu fiel servo Argos havia morrido por isso. Para homenagear Argos, Hera enfeitou seu animal favorito, o pavão com os cem olhos do gigante, colocando-os em sua cauda. Já Io, por sua vez, seria atormentada até não poder mais por um mosquito desses que pica o gado em tempo quente.

O tal mosquito de grandes proporções e extremamente inconveniente perseguiu o pobre Io de um país a outro, sem parar.  Ela percorreu as costas do mar Jónico (Iónico, nome em homenagem a Io). Atravessou a nado o estreito que liga o Mar Negro e o Mediterrâneo, subiu o Monte Cáucaso, onde encontrou Prometeu, acorrentado à rocha, se apiedou do titã, mas não pôde parar. Seguiu fugindo e chegou até ao Nilo, onde a pobre novilha, sem forças, se ajoelhou e pediu a Zeus que a ajudasse.

Zeus já com  a consciência pesadíssima, jurou a Hera pelo Rio Estige (juramento sagrado que jamais pode ser quebrado) que se tornaria um marido melhor se Hera libertasse Io dos tormentos e a permitisse voltar a forma humana. Diante de tal juramento, Hera permitiu que Io voltasse a sua forma humana e deixou de persegui-la como Zeus havia pedido.

Diz-se que Io foi feita deusa no final das contas, como merecimento por tudo que havia passado, e o filho que teve com Zeus chamava-se Épafo, nasceu à margem do Rio Nilo onde Io fora liberada, e posteriormente se tornou um rei do Egito.

Io sofreu um bocado, mas acabou tendo um final feliz e as devidas compensações. Depois vou contar pra vocês o que Prometeu estava fazendo acorrentado à rocha no alto do Monte Caucáso e toda a história de Perseu, Andrômeda, a Medusa e etc. Até a próxima! 😉

Bazar Beneficente no Galeria Café

 

SantFadas

 

Olá queridos e queridas! Este é um avisozinho rápido pra quem mora no Rio de Janeiro ou só está de passagem. Neste sábado, dia 25/05, vai rolar um evento super bacana lá em Ipanema, no Galeria Café. É um bazar beneficente em prol dos animais do Santuário das Fadas. Vai ser uma ótima oportunidade pra conhecer um dos locais mais bacanas de Ipanema, fazer umas comprinhas, quem sabe até já antecipar o presente de dia dos namorados e de quebra ainda ajuda uma instituição super legal. Se eu fosse vocês dava um pulo lá.

Abaixo, mais sobre o Santuário das Fadas e todo o serviço do evento. Não percam! 😉

 

Fundado em 2008 pela médica veterinária Patrícia Fittipaldi, o Santuário das Fadas abriga animais vitimas da exploração, abuso, maus tratos e todo tipo de crueldade.
Sem receber ajuda do governo, o Santuário se mantém com doações de colaboradores e parceiros.
No Santuário, os animais permanecem pelo resto de suas vidas recebendo tratamento digno, respeito e amor.
Hoje, são cerca de 150 animais de diversas espécies.
Participe do Bazar Beneficente e nos ajude a dar continuidade ao projeto, salvando mais vidas inocentes.
Conheça o trabalho e as histórias dos animais do Santuário das Fadas.

Visite o site: www.santuariodasfadas.org

Bazar Beneficente em prol do Santuário das Fadas

Próximo sábado – 25 de Maio

De 11h às 19h
Mezanino do Café Bazar – Rua Teixeira de Melo, 31 – Ipanema – Rio de Janeiro
P.S.: Por se tratar de um bazar beneficente só será aceito dinheiro ou cheque.

O Mito de Orfeu e Eurídice

Bom dia queridas e queridos fãs de mitologia. Esta semana, aqui no blog, o tema é o mito de Orfeu e Eurídice.

Essa história de amor é uma das mais lindas e emocionantes para mim. Quando a li pela primeira vez, ainda criança, fiquei tocada com a dedicação de Orfeu por sua amada, e entristecida com o destino desses dois corações. Esse mito é bastante popular e já foi tema de peças e filmes. Lembram do filme “Orfeu” com o Toni Garrido? É baseado neste mito, com as devidas adaptações à realidade das favelas cariocas.

Mas a versão que vou contar para vocês é aquela que envolve deuses, seres extraordinários e tudo que faz dos mitos histórias tão encantadores como verdadeiros contos de fada. Espero que gostem!

Orfeu e Eurídice, Louis Ducis

Orfeu era um jovem poeta e músico extremamente talentoso que encantava a todos quando tocava sua lira. A todos mesmo. Dizia-se que era capaz de encantas os animais mais selvagens, como serpentes e leões que se deitavam a seu lado para ouvi-lo tocar e cantar. Suas melodias eram doces e hipinóticas e dizia-se que tudo se devia ao fato dele ter herdado o talento de seus supostos pais, a musa Calíope e o deus Apolo, e que a lira que carregava consigo era presente do próprio pai.

Muitas moças se apaixonavam por ele, mas ele nunca deu muita importância, até que um dia bateu os olhos em Eurídice. A tímida jovem tinha feições delicadas, sedosos cabelos e olhar doce, transmitindo uma pureza e uma leveza que Orfeu sempre desejou encontrar. Se apaixonaram imediatamente um pelo outro e decidiram se unir em casamento. A festa foi belíssima, e a felicidade dos dois era contagiante. Aquele amor era do tipo raro, eterno, uma benção dos deuses. Mas infelizmente o deus dos casamentos Himeneu previu, com muita tristeza, de que muito em breve essa felicidade iria sofrer abalos.

Alheios ao que o destino lhes reservava, o casal seguiu seus dias felizes como se jamais viu. Gostavam de passear pelos bosques onde Orfeu cantava e tocava para sua amada que dançava e brincava, colhendo flores e apreciando a vida. A vida deles era simples e feliz. Não faltava nada, e sobrava amor. Um determinado dia, porém, Eurídice passeava sozinha pelos bosques. Orfeu não estava muito longe, mas trabalhando. Ela colhia suas adoradas flores quando um caçador chamado Aristeu a vê e ali sozinha e a deseja. Ele sabia quem era Eurídice e sabia da fidelidade do casal, então tenta agará-la a força. Eurídice consegue fugir deixando cair seu cesto de flores e frutos, correndo em desespero. Ela tropeça em uma cobra e cai, sendo atacada imediatamente pela cobra que a mata.

Orfeu e Euridice, Corot
Orfeu e Euridice, Corot

Orfeu imediatamente sente que tem algo errado e vai procurar a amada no bosque de costume. Ele corre procurando por ela e quando vê seu cesto caído e ela desaparecida imediatamente tem a certeza de que algo está errado. Encontra Eurídice moribunda mais adiante, envenenada, prestes a dar o último suspiro. Ele pega seu corpo sem forças nos braços e chora com desespero implorando que a amada não o deixe. Ela dá seu último olhar em despedida, e finalmente a vida deixa seu corpo. Orfeu é só sofrimento. Grita em desespero, tenta cantar para fazê-la voltar a vida, chora em dor, tudo em vão. A partir daí fica obstinado em trazê-la de volta a vida. E eis que começa a sua jornada.

A sua música sempre lhe abriu portas. E desta vez será sua música que lhe abrira as portas do Tártaro. Orfeu, angustiado, vaga durante dias e noites em busca da entrada do inferno, onde planeja ir buscar sua amada. Após perambular por florestas e encostas íngremes, finalmente encontra uma das entradas do reino de Hades, uma gruta que fica ao pé do monte Tênaro. Obstinado em sua busca ele adentra as sombras de onde só sairia se pudesse levar consigo sua esposa.

Ao chegar à beira do rio Estige, chama o barqueiro Caronte, que nega lhe transportar pois não transporta vivos. Orfeu toca suas mais lindas melodias, o barqueiro se compadece, e numa rara exceção o transporta para o outro lado. Caronte só faria isto mediante pagamento, mas no caso de Orfeu, foi a música que lhe abriu o caminho. Do outro lado do rio, diante do raivoso cão de três cabeças Cérbero, Orfeu mais uma vez usa sua infalível música acalmadora de feras para domar o monstruoso cão.

Cérbero adormece e Orfeu passa, e indo até as profundezas, o poeta fica finalmente frente a frente com o grande juiz, o senhor do reino dos mortos Hades. Ao seu lado a bela Perséfone, esposa de Hades. Orfeu lhes implorou pelo retorno de seu amor, mas os deuses afirmaram que nada podiam contra a resolução das três Moiras. Não se dando por vencido Orfeu mais uma vez se utilizou de sua música e lhes canta tudo o que viveu. Desde sua belíssima história de amor, o encontro de almas gêmeas, até a morte de sua amada que tão prematuramente lhe fora arrancada dos braços. Perséfone se compadece e Hades acaba cedendo. Afinal entende perfeitamente o amor e o desespero que é perdê-lo. Ele próprio desafiou a vontade dos deuses ao raptar Perséfone.

Orfeu diante de Plutão e Prosérpina, François Perrier
Orfeu diante de Plutão e Prosérpina, François Perrier

Hades e Perséfone consentem que Eurídice retorne a superfície com Orfeu. Eurídice é trazida à presença deles e quando vê Orfeu, seu semblante se ilumina, ela que estava ferida e abatida. Infelizmente os amantes são impedidos de se abraçarem, afinal ela é apenas um espectro. Para que o retorno de Eurídice a superfície dê certo, Orfeu precisa passar por apenas mais uma prova. Prova esta que parece muito simples, mas é mais difícil do que o poeta poderia imaginar. Eurídice deveria seguir Orfeu em seu caminho de volta, e Orfeu jamais poderia olhar para trás. Nem mesmo para se certificar que sua esposa o seguia. Ele teria que confiar na palavra dos deuses.

Como todos os deuses amavam aquele belo casal, ficaram felizes em poder ajudá-los. Hermes, o mensageiro dos deuses foi alegremente encarregado de acompanhá-los em segurança à superfície. O início da jornada foi tranquilo e feliz. Orfeu finalmente teria sua amada de volta e Eurídice o seguia com alegria no coração. Mas o caminho até a superfície era longo e como Orfeu não ouvia os passos de Eurídice atrás de si (afinal ela era apenas um espírito), seu coração começou a se angustiar e sua cabeça a se encher de dúvidas.

Faltavam poucos passos para chegarem à luz. A dúvida e o amargor crescia no peito de Orfeu. Hermes o dizia para resistir, mas a curiosidade e o medo de sua amada não o estar seguindo foi mais forte que sua própria vontade. Quando estavam alcançando a superfície, quase saindo da gruta por onde entrou, Orfeu olhou para trás. Sentiu júbilo de alegria por uma fração de segundo, e então o horror tomou conta de si. Ali estava Eurídice atrás dele, quase se tornando humana novamente, linda… Os deuses haviam cumprido sua promessa. Mas seu imperdoável erro fez com que Eurídice fosse perdida novamente. No instante em que se olharam, com horror no olhar Eurídice sentir que estava sendo puxada para trás. Gritou em desespero e desapareceu na escuridão.

Orfeu e Eurídice, Russell
Hermes guia Orfeu, que perde Eurídice pela segunda vez.

Hermes, colocou a mão no ombro de Orfeu que já queria se jogar novamente na escuridão atrás de Eurídice e disse… “Ah, Orfeu… eu sinto muito…”

Entendendo o que havia feito, Orfeu não conseguiu perdoar a si mesmo. Havia perdido pela segunda vez o amor de sua vida e os deuses não o ajudariam novamente. Passou a vagar, sujo e maltrapilho, desesperado e amargurado. Todos o reconheciam, o tratavam o melhor que podiam, lhe davam comida e abrigo. Era uma pena que um jovem cantor tão adorado por todos sofresse daquela maneira.  Se tornou solitário e sempre fiel à memória da esposa. Era ela quem amava e morreria por ela. E de fato foi isso que aconteceu. Um dia, algumas seguidoras de Dionísio, as Bacantes (também chamadas de Mênades), decidiram seduzi-lo. Ele as recusou se mantendo fiel a Eurídice. As bacantes ficaram furiosas, e descontroladas como eram, não pensaram muito e o assassinaram, fazendo seu corpo em pedaços.

A Morte de Orfeu, por Emile Levy
A Morte de Orfeu, por Emile Levy

Os deuses que adoravam Orfeu, punem as assassinas transformando-as em carvalho. As musas, reúnem os pedaços do corpo de Orfeu lhe dando uma digna sepultura no monte olimpo, ao lado de uma sepultura que decidem fazer para Eurídice também.

Os eternos apaixonados agora estão reunidos no mundo dos mortos. Seus espíritos vão para os belíssimos campos Elísios, onde podem desfrutar da felicidades de sua união, que não puderam concretizar quando faziam parte do mundo dos vivos.

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Linda história, não? Apesar de tudo, o final foi feliz. E a dedicação de Orfeu por Eurídice e algo muito raro de se encontrar e até difícil de se acreditar.

Espero que tenham gostado. Até a próxima! 😉

 

Tend̻ncia Veṛo 2014 Рlistras, o bicolor e grafismos

A inspira̤̣o desta semana ̩ uma forte tend̻ncia para a primavera/veṛo 2013 Р2014, que ṣo as listras, o preto e branco, o vermelho e branco, o azul e branco, os grafismos, ou seja, tudo que for bicolor.

Algumas das mais importantes marcad de moda mundial como Marc Jacobs, Moschino, Louis Vuitton, Dolce & Gabbana, Michael Kors, Tommy Hilfiger, entre outros apostaram nesta tendência e lançaram campanhas belíssimas que brincam com o efeito visual que estes grafismos dão. Veja abaixo algumas das mais lindas fotos, algumas nos deixam até meio confusos, mas o efeito é sensacional!

 

Moschino

Louis Vuitton

Marc Jacobs

Dolce e Gabbana

Michael Kors
Tommy Hilfiger

 

Video “The Next Day” de David Bowie

Cara, David Bowie é muito legal né? Divertido, louco, bizarrinho, adjetivos que combinam bem com o novo vídeo do single “The Nexte Day”.

Abaixo o video bizzarinho que conta com Gary Oldman e Marion Cotillard. Vale a pena assistir. E o sonzinho é bacana (lógico, é Bowie!), e o cara ainda agradece Gary e Marion no fim e plim, some. Olha só!

God is dead? – Black Sabbath

E lá vamos nós falar do Black Sabbath de novo. E confesso que não me canso mesmo. 🙂
è que cada vez mais se aproxima a data do lançamento do tão esperado ’13‘. O álbum chega em junho, mas a banda já deu um gostinho do que vem por aí liberando para o nosso deleite o seu novo single ‘God is Dead?’. E o material é bom, minha gente, não há como negar. É Black Sabbath, e todos os fãs ficam contentes.
O single já pode ser adquirido pelo iTunes, bem como fazer uma pré-compra do álbum completo. Eu não resisti e já encomendei o meu.


As faixas do álbum são:
01. “End Of The Beginning”
02. “God Is Dead?”
03. “Loner”
04. “Zeitgeist”
05. “Age Of Reason”
06. “Live Forever”
07. “Damaged Soul”
08. “Dear Father”


E para a edição Deluxe, ainda rolam mais 3 faixas:
09. “Methademic”
10. “Peace Of Mind”
11. “Pariah”


Dá uma escutada no single:

Em outubro rolam os shows no Brasil, previstos para o dia 9 em Porto Alegre, dia 11 em São Paulo e no dia 13 no Rio de Janeiro. Mas são datas que ainda deverão ser confirmadas. Só sei que eu vou. \o/

Mitologia – Narciso e Eco

Olá, queridos e queridas! Quanto tempo não? É o seguinte, como alguns de vocês que seguem a nossa fanpage lá no facebook, a autora que vos fala esteve doente e por isso essa ausência de posts. Mas hoje estou voltando, e, como toda segunda-feira, hoje é dia de mitologia!

E a grande ironia disto tudo, é que, quando adoeci, estava preparando um texto sobre Narciso, a representação da vaidade. Explico o porquê da ironia: como toda mulher, eu sou super vaidosa. Estava eu dando aquela ajeitada na sobrancelha no sábado antes do domingo de páscoa, quando notei uma espinha. Mexi nela, espremi, e o resultado disso foi que no domingo o lado direito do meu rosto inteiro estava inchado e eu não conseguia nem abrir o olho. Na segunda-feira (dia 01/04) fui parar no hospital e internada imediatamente. Diagnóstico: celulite facial. Gente, isso é extremamente perigoso, pois a nossa face tem todas as suas veias  ligadas ao cérebro e a infecção poderia ter ido pra lá, causando uma meningite ou coisa pior. As vezes pode ocasionar óbito.

Eu fiquei com o rosto desfigurado, parecendo o Slot dos Goonies. Mas isso foi o de menos, claro. Fiquei 8 dias internada tomando antibiótico intravenoso e fazendo compressas para finalmente ser feita a drenagem (sem anestesia!) de todo aquele pus que se fez. Quando tive alta fiquei mais 7 dias no antibiótico via oral e fazendo compressas que continuo fazendo para terminar de tirar o inchaço e meu rosto voltar completamente ao normal. O antibiótico me fez mal ao estômago, por isso, no total, foram 3 semanas: 1 no hospital salvando minha vida, 1 em casa ainda tomando remédios fortes, e mais uma (mesmo tendo voltado a trabalhar) me recuperando do efeito dos remédios.

Tudo isso por causa de uma espinha. Ou melhor, tudo isso por causa da vaidade. Então, meu alerta é: você é linda como você é. Não fique fazendo milhões de coisas mirabolantes pra mudar, que podem acabar afetando sua saúde. Não esprema espinhas. Apareceu? Passa uma pomadinha e deixa lá, porque aos pouquinhos vai sumir de novo. Você não estará feia por causa dela, mas se espremer, pode não só ficar desfigurada como acontecer algo muito pior. Pra morrer, basta estar vivo e foi isso que aprendi. E aprendi também que sou linda como sou e ponto.

Narciso (1594-1596), por Caravaggio.
Narciso (1594-1596), por Caravaggio.

Alerta feito, vamos ao que interessa: Narciso!

Vou contar pra vocês o mito de Narciso e Eco, e consequentemente as origens do termo “narcisista” muito utilizado na psicologia e tá na boca do povo também.

Narciso era um mortal lindo de viver. Lindo mesmo, um espetáculo, do tipo que faz as meninas suspirarem ao passar. Imagina o cara mais lindo que você  já viu na sua vida. Era ele. E ele sabia que era lindo e causava este efeito e gostava disso. O típico cara lindo, mas insuportável, que tem aos montes por aí. Desses que sabem usar o seu charme pra conquistar a próxima menina, usar, jogar fora, e depois escolher a próxima, e assim por diante. Ele se achava tão lindo, que se sentia quase um deus.

Um dia, uma ninfa que era uma graça, linda também, o viu passear pelo bosque onde ela morava e se apaixonou imediatamente. O nome dela era Eco, e ela era muito tímida. Além de tímida, Eco não falava. Só conseguia se expressar repetindo as últimas sílabas que seu interlocutor pronunciava.

Eco quando viu Narciso, se escondeu atrás de uma árvore, morta de vergonha e achando aquele cara o mais lindo do mundo. Narciso percebeu a presença dela, e  foi perguntando “- Quem está aí?”. A ninfa não conseguia responder a não ser por repetir “-Aí…”
Narciso perdeu a paciência e ordenou que a pessoa aparecesse. Eco, envergonhada saiu de trás da árvore e ele se aproximou. A olhou, achou bonita, mas a julgou tola por não falar nada além de repetir as últimas sílabas dele. E acabou a humilhando, e muito. Mandou que ela sumisse de sua frente e ela saiu correndo adentrando a mata e acabou definhando de desgosto e de humilhação.  A parte bonitinha dessa trágica história, é que dizem que ainda se pode ouvir a voz de Eco quando gritamos para dentro de uma floresta, ou de uma caverna, lugares que Eco gostava de frequentar e seu espírito de ninfa vive até os dias de hoje.

Eco e Narciso, de John William Waterhouse
Eco e Narciso, de John William Waterhouse

Como a ninfa era uma querida por todos, os deuses ficaram revoltados com a atitude do rapaz e decidiram castigá-lo.  O castigo seria que ele viveria as amarguras de um amor impossível. Desavisado, o rapaz nesses seus passeios pelo bosque, parou em lago para beber água. Ao se inclinar para pegar um pouco d’água, viu seu rosto refletido, e, sob o efeito da maldição dos deuses, se apaixonou pelo seu próprio reflexo.

Ele ficou tão encantado consigo mesmo, que se tornou obsessivo. Ele falava com aquela imagem refletida como se fosse outra pessoa, e toda vez que se inclinava para tentar beijar seu reflexo, quando seus lábios tocavam a superfície da água, a imagem se desfazia. “Por que foges de mim?” – ele perguntava sem obter resposta (burrico né?). E ali ficou, na beira daquele lago, contemplando sua própria imagem. Não comia, não dormia, e não bebia água. Só queria ver seu reflexo. Acabou definhando ali mesmo. Na manhã seguinte de sua morte, no lugar de seu corpo estava uma flor. Esta flor passou a ser chamada Narciso e suas  cores geralmente variam entre o amarelo e o branco. Floresce no princípio da primavera e é frequentemente encontrada em solo úmido perto de uma lagoa.

Flor do Narciso

Eis a origem do termo “narcisista”. Alguém que é obcecado por sua própria imagem, excessivamente vaidoso e que se pudesse casava consigo mesmo. Não me entendam mal, meus queridos. Vaidade é bom sim, é bom se cuidar, se amar. Mas, como tudo na vida, o excesso é que traz prejuízos. Meu convite a vocês é o seguinte: Amem-se, cuidem-se, mas principalmente saibam que cada um tem sua beleza. Claro que é importante sempre buscar melhorias, mas é necessário a sabedoria para saber quais são seus limites e aceitar aquilo que não pode ser mudado. Vamos ser feliz sem neuroses! Que tal?

Até a próxima! 😉

História da Arte – Egito Antigo Parte 2

Vamos retomando aqui a série de História da Arte, dando continuação à arte do Egito antigo que é fascinante (para ver a primeira pate clique aqui). Hoje falaremos mais especificamente sobre as esculturas egípcias e um pouquinho das cores utilizadas por eles.

O material utilizado na concepção das esculturas era principalmente a pedra. Poderiam ser granitos, diorites, xistos, basaltos, calcários e alabastros. As esculturas eram principalmente de caráter religioso ou representativas do faraó, que no fim das contas não deixava de ter cunho religioso, visto que o faraó era considerado uma encarnação do deus.

As esculturas eram feitas da seguinte maneira: faziam-se relevos nas superfícies das pedras, ou faziam-se monolitos. Os monolitos continham figuras ou inscrições e eram frequentemente colocados nos interiores dos túmulos.

Os relevos escavados nas pedras eram muito utilizados nas superfícies externas das construções, com o intuito que os raios de sol quando incidissem sobre elas, dessem mais dramaticidade às figuras. As esculturas eram em sua maioria policromadas, coloridas, mas as que ficaram expostas ao tempo perderam seu colorido original. Aquelas que se encontravam dentro dos túmulos se preservaram um pouco melhor.

As esculturas não tinham tanta fluidez nos movimentos como as gregas já apresentavam. Eram bem mais rígidas, porém com proporção bem apurada.

estatua_de_Khaf-re_e_a_triade_de_Miquerinos_museu_do_cairo

Agora um pouquinho sobre as cores. As cores não tinham função apenas decorativa. Como praticamente tudo na arte egípcia, cada uma era dotada de significado. Abaixo uma relação que encontrei no wikipédia, das cores mais usadas e seus significados:

  • Preto : era obtido a partir do carvão de madeira ou de pirolusite (óxido de manganésio do deserto do Sinai). Estava associado à noite e à morte, mas também poderia representar a fertilidade e a regeneração. Este último aspecto encontra-se relacionado com as inundações anuais do Nilo, que trazia uma terra que fertilizava o solo. Na arte o preto era utilizado nas sobrancelhas, perucas, olhos e bocas. O deus Osíris era muitas vezes representado com a pele negra, assim como a rainha deificada Ahmés-Nefertari.
  • Branco : obtido a partir da cal ou do gesso, era a cor da pureza e da verdade. Como tal era utilizado artisticamente nas vestes dos sacerdotes e nos objetos rituais. As casas, as flores e os templos eram também pintados a branco.
  • Vermelho: obtido a partir de ocres. O seu significado era ambivalente: por um lado representava a energia, o poder e a sexualidade, por outro lado estava associado ao maléfico deus Set, cujos olhos e cabelo eram pintados a vermelho, bem como ao deserto, local que os Egípcios evitavam. Era a vermelho que se pintava a pele dos homens.
  • Amarelo: para criarem o amarelo, os Egípcios recorriam ao óxido de ferro hidratado (limonite). Dado que o sol e o ouro eram amarelos, os Egípcios associaram esta cor à eternidade. As estátuas dos deuses eram feitas a ouro, assim como os objetos funerários do faraó, como as máscaras.
  • Verde : era produzido a partir da malaquite do Sinai. Simboliza a regeneração e a vida; a pele do deus Osíris poderia ser também pintada a verde.
  • Azul : obtido a partir da azurite (carbonato de cobre) ou recorrendo-se ao óxido de cobalto. Estava associado ao rio Nilo e ao céu.

Na máscara de mortuária de Tutancâmon o ouro é bastante utilizado (praticamente toda a máscara é dourada), representando a imortalidade do faraó, a sua eternidade, que para os egípcios era como um deus. Nela também estão presentes as demais cores, com maior predominância (depois do dourado) o azul que representa o Nilo, um dos principais símbolos do Egito. A máscara é de incrível beleza, e o costume era moldar as máscaras mortuárias de acordo com o rosto do faraó. Com ajuda de computadores, uma reconstrução facial do faraó Tutancâmon foi feita e hoje um modelo em fibra de vidro está exposto no Museu de Ciência de Londres.

mascara_mortuaria_de_tutankamon

Outra famosa representação em escultura é a muito gata rainha do Egito Nefertiti. Pelo busto esculpido à sua semelhança podemos ver o quão ela era bonita. Inclusive, seu nome significava algo como “a bela chegou”. Ou seja, era gata.  O busto de Nefertiti é feito de calcário com cerca de 3.400 anos de idade. Uma curiosidade é que os egípcios tinham o costume de raspar todos os pelos do corpo, pois acreditavam ser algo de impuro. Eles se sentiam mais limpos raspando tudo. Então era comum usarem perucas para se protegerem do frio ou do sol. Assim, a peruca era um acessório de beleza, e muitas vezes, adornavam as perucas com contas e tranças para dar aquela estilizada. O busto de Nefertiti, porém, mostra a rainha de cabelo raspado, usando apenas a sua coroa, digamos assim.

busto_de_nefertiti

No próximo post da série falarei sobre as esfinges, as famosas esculturas que eram frequentemente usadas nas entradas dos templos egípcios, nos principais caminhos de acesso ao monumento. Decifra-me ou te devoro! Ui! Até lá. 😉

Música – 40 anos de Dark Side of the Moon

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Dark Side of the Moon, um dos mais importantes álbuns de rock do mundo de todos os tempos, completou 40 anos de seu lançamento no último domingo, dia 24 de março. O oitavo álbum de estúdio da banda britânica de rock progressivo Pink Floyd foi lançado em 24 de março de 1973.

O oitavo álbum de estúdio da banda britânica de rock progressivo Pink Floyd foi lançado em 24 de março de 1973.

Ele marcou uma nova fase no som da banda, com letras mais pessoais e contendo alguns dos mais complicados usos dos instrumentos e efeitos sonoros existentes na época, incluindo o som de alguém correndo à volta de um microfone e a gravação de múltiplos relógios a tocar ao mesmo tempo.

Dark side of the Moon foi um grande sucesso na época, e continua sendo aclamado pela crítica e fãs. Foram vendidas mais de 15 milhões de cópias somente nos EUA, e até hoje já foram comercializadas cerca de 50 milhões de cópias mundialmente.

Não é à toa que é considerado um dos mais importantes álbuns de rock de todos os tempos, não é?

Para mim, Dark Side of the Moon tem um significado ainda mais especial. Meu querido pai era grande fã de rock progressivo, então passei praticamente minha infância (adolescência e parte da vida adulta tabém) toda ouvindo Pink Floyd e mais um monte de bandas incríveis de rock progressivo. Não é a toa que rock está nas minhas veias desde que me entendo por gente. E meu pai sempre curtiu demais este álbum que ouviu diversas vezes no volume máximo de seu poderoso sistema de som. A ponto dos vizinhos reclamarem, mandarem cartinha anônima, ou irem bater na minha casa pedindo que ele mandasse o meu irmão baixar o som quando na verdade era ele, aquele militar tão distinto, ouvindo essas “maluquices”. Até hoje alguns vizinhos ainda acham que o culpado das bagunças é meu irmão.

Uma das lembranças mais divertidas que tenho do meu pai, envolve a faixa Time de Dark Side of the Moon. Um dia estava ele ouvindo o som dele no último volume (pra variar) e morávamos em um prédio funcional no primeiro andar. Quando Time começou com aquele monte de relógios tocando ao mesmo tempo, pude ouvir vizinhos desesperados gritando: “Epa! Que é isso! Tão quebrando tudo!! Que horror!!!”. Meu pai só ria. 🙂 Eu e minha mãe já rimos um bocado relembrando essas histórias. Como disse minha mãe, meu pai era um “número”. Saudades, pai. Te amamos!

Mas voltando ao icônico álbum. A capa é simples, mas ao mesmo tempo marcante, e linda. Um prisma. Um simples prisma, lindo, em um fundo preto, e a profusão de cores. Você com certeza já viu um milhão de reproduções e homenagens a esta capa e ela, apesar de simples, é cheia de significados bacanas.

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Ao entrar no site da banda, somos redirecionados para o hotsite comemorativo do álbum. Lá tem um poster belíssimo que pode ser baixado gratuitamente em três tamanhos diferentes.

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Ouça Dark Side of the Moon. É necessário, absoluto, e não é só porquê todo mundo tá dizendo. Você vai curtir. Rock n’ Roll!

Moda para meninas nerds!

Todo mundo já deve estar careca de saber que ser nerd não é mais privilégio de alguns poucos. Nerds já não são pessoas excluídas, marginalizadas, esquisitonas… tá, alguns ainda sim, mas o fato é que o mundo geek está na moda. Hoje em dia quase todo mundo quer ser nerd. Mas os verdadeiros nerds que lêem gibis / hqs/ quadrinhos de super-heróis desde criancinha, estes são mais raros.

Mas, sem querer entrar no mérito de quem é nerd de verdade e de quem é fake, vamos mesmo é falar de moda geek, ou moda nerd, como queiram.

Acredito que, em grande parte, graças à maravilhosa série The Big Bang Theory, hoje os objetos, roupas e acessórios que remetem ao universo nerd estão mais populares do que nunca. E nós, meninas nerds, também gostamos de ficar bonitas e sexies, sem ter que abrir mão da nerdice nossa de cada dia. Então esse post é dedicado principalmente para nós. êeeee!

Uma marca Australiana chamada BlackMilk anda criando estampas muito bacanas de todos os tipos de nerdices. Olhem só estes maiôs com estampas de Star Wars, Senhor dos Anéis e Game Boy. Tem muitos outos além desses. Aliás, eu não só usaria como maiô, como poderia usar no dia-a-dia, com uma saia jeans, jaquetinha e botinhas iguais às essas que as meninas estão usando nas fotos abaixo.

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Mas eles não fazem só maiôs, como vestidos leggings e outras coisas que daria pra incorporar alegremente no guarda roupa de cada dia das meninas nerds. E dá pra ficar sexy sem deixar as nerdices de lado. 😉

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Outro site bem legal que descobri, é o Think Geek, Lá tem de tudo, camisetinhas, calcinhas, casaquinhos, moletons, todos temáticos como super heróis, Star Wars, Star Treck, incluindo um irreverente moleton da princesa Leia, que tem um capuz com o famoso penteado dela. E tem do Spock com sua orelhinha pontuda também. 🙂

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Confesso que adoraria ter uma camiseta dessas do uniforme da Vampira. Adoro a personagem!  E uma da Mulher-Maravilha também.

Camisetinha da Vampira! Quem quer ser o meu Gambit? ;)
Camisetinha da Vampira! Quem quer ser o meu Gambit? 😉

 

Estes sites que falo acima são internacionais, mas já tem alguns aqui pelo Brasil que já começam a vender coisinhas assim também. A Loja Mundo Geek que descobri navegando no Omelete, já tem começa a ter coisas bem legais para meninas também.

Não usei os serviços de nenhum desses que falei aqui para poder dizer com certeza a vocês se chega direitinho e etc.  Eu pretendo arriscar em um futuro próximo, mas quem já se aventurou pode deixar sua experiência nos comentários, que serão muito bem vindos.

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Espero que tenham curtido! Até a próxima 😉